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O senador Wilder Morais oficializou nesta sexta-feira (20), em Goiânia, sua pré-candidatura ao Governo de Goiás pelo Partido Liberal. No mesmo evento, foi anunciada como pré-candidata a vice-governadora a advogada Ana Paula Rezende, que deixou o Movimento Democrático Brasileiro e assinou filiação à nova sigla. O encontro, realizado na sede estadual do partido, reuniu prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, além do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que abonou a ficha de filiação de Ana Paula e declarou apoio irrestrito ao projeto eleitoral em Goiás. Ruptura com o MDB e mudança de rumo Filha do ex-governador e ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende, Ana Paula afirmou que a saída do MDB foi uma decisão difícil, mas inevitável. Segundo ela, o partido teria fechado espaço para a continuidade do legado político de seu pai. A movimentação é considerada estratégica e pode provocar deslocamento de lideranças historicamente ligadas ao chamado “irismo” para o campo do PL, alterando o equilíbrio das forças políticas no estado. Apoio nacional e alinhamento com Bolsonaro Wilder afirmou que sua decisão de disputar o Palácio das Esmeraldas foi tomada após conversas com o ex-presidente Jair Bolsonaro, que teria incentivado a candidatura. O deputado Eduardo Bolsonaro participou do evento por videoconferência, defendendo que o PL tenha candidatura própria ao governo estadual. Valdemar Costa Neto destacou que Wilder contará com a maior estrutura partidária do país em tempo de televisão e recursos eleitorais, reforçando o compromisso da legenda com o projeto em Goiás. Repercussões e disputas internas O lançamento da pré-candidatura ocorre em meio a tensões internas no PL. Parte da bancada defendia priorizar alianças estratégicas com a base do governador Ronaldo Caiado, enquanto outro grupo defendia protagonismo na disputa estadual. A decisão por candidatura própria tende a encerrar as especulações sobre composição com o atual governo. Também chamou atenção a presença do deputado federal Zacarias Calil, que recentemente rompeu com a base caiadista e avalia possível migração partidária. Já parlamentares como Gustavo Gayer não compareceram ao evento, evidenciando divergências internas.
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